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Perguntas frequentes
Revisto em 12.11.2021
02-11-2021

O protocolo de financiamento determina que a execução financeira do projeto se inicia quando o protocolo de financiamento está assinado por ambas as partes. Todas as entidades promotoras e parceiras recebem uma notificação de envio do protocolo assinado, com a indicação da data da assinatura da Secretária-Geral do Ministério da Saúde (SGMS). Na prática, o projeto pode iniciar-se no dia seguinte ao dessa notificação, sem prejuízo de, no caso de as atividades terem começado logo após a assinatura do protocolo pela SGMS, mas antes da notificação, poder ser a data da assinatura, e não a da notificação, a marcar o início do projeto.

O projeto termina com a apresentação do relatório do fecho de contas, previsto no anexo 1 ao protocolo para 31 de outubro de 2022. A execução física das atividades tem de terminar mais cedo, para poder ser apresentado, em 31 de agosto de 2022, o relatório final de execução física e poder ser paga a última tranche de financiamento em setembro de 2022. Ou seja, as atividades do projeto têm de estar concluídas em 31 de agosto de 2022.

Os projetos poderão no entanto realizar outras atividades antes ou depois destes prazos limite, desde que as respetivas despesas não sejam imputadas ao Programa e que as atividades previstas no projeto não deixem de ser realizadas nos calendários aprovados.


Revisto em 12.11.2021
01-11-2021

O nº 4 do artigo 30.º do Regulamento determina que a última tranche do financiamento só é transferida após a conclusão física do projeto, devidamente atestada e validada. É esse o objetivo do Relatório preliminar de execução final, previsto para 31 de agosto de 2022 e cuja apresentação e validação permitirá o pagamento da última tranche em setembro de 2022, como indicado no anexo 1 ao protocolo de financiamento. A resposta à pergunta é, por isso, à luz dos dados atualmente disponíveis, negativa para as atividades previstas no projeto.

Os projetos poderão no entanto realizar outras atividades depois deste prazo limite, desde que as respetivas despesas não sejam imputadas ao Programa e que as atividades previstas no projeto não deixem de ser realizadas nos calendários aprovados.